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[LIVRO] Sábado à Noite

Livro: Sábado à Noite
Editora: Évora (Selo Generale)
Autora: Babi Dewet
Páginas: 324

Sinopse:

Amanda é popular na escola e os amigos do seu amigo de infância são considerados os ‘marotos’ do pedaço por desrespeitarem as regras. Tudo ao seu redor acaba desmoronando quando um amor mal resolvido volta à tona e a sua amizade é posta em prova. Se não bastasse, seu diretor resolve dar bailes aos sábados e uma misteriosa banda mascarada foi convocada pra tocar. Mas suas letras dizem tanto sobre ela… Afinal, quem são esses mascarados de Sábado à Noite?
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Lembro-me de estar navegando por esse mundo maravilhoso chamado internet quando me deparei, de algum jeito que eu não me lembro muito bem, com um book-trailer maravilhoso de um livro que estava fazendo sucesso entre os blogueiros literários.

Sábado à Noite e sua autora me conquistaram à primeira vista. Seja pelo book-trailer ou pela sinopse do livro ou pelos comentários incríveis à seu respeito, fui conhecendo Babi Dewet e me coçando de vontade de ler o livro mais e mais.

O plano, então, era aproveitar a Bienal do Livro e comprar os dois (sim, existe uma continuação e que ainda terá um terceiro livro!) e aproveitar para autografar e tirar foto e conhecer a linda da Babi. O plano foi tão bem elaborado que eu acabei esbarrando (sim, esbarrando) na Babi no meio de um dos pavilhões em um dia que nem era certo ela estar. Sim, sou muito esperto. 

Enfim, sobre o livro! *foco* A história de Sábado à Noite foi pensada de forma um tanto inusitada inicialmente: uma fanfic interativa sobre McFly (sim, a banda).  E não se deixe levar por idiotices do tipo "ah, então deve ser uma história mal escrita", porque não é! Babi mostra que sabe o que quer desde o começo da história e desenvolve bem a sua escrita e sua trama conforme vai rolando (mesmo sendo interativa e que, teoricamente, ela teria de lidar com reviravoltas).

Babi cria personagens tão bons que eles parecem ser reais... e, na verdade, são, porque a própria chega a dizer que foram inspirados nos seus amigos (aliás, são os mesmos que participam do book-trailer). Mas então, sobre eles serem reais, é capaz de você achar aquele seu amigo perdido ali nas características dos marotos ou então aquela sua ex-namorada fútil.

O desenrolar da história é leve e rápido, a ponto de você não perceber a quantidade de páginas que já se passaram e quanto tempo você esteja ali, perdido no mundo de Amanda, Daniel e seus amigos.

Uma história envolvente e que vai te deixar mega curioso para a continuação (que eu não pegarei tão cedo, chorando...) e que vai te causar emoções como amor pelos marotos, ódio pelas futilidades e, no meu caso, ódio pela personagem principal à ponto de querer dar uns tapas na cara dela.


PS.: eu li a primeira edição que a Babi lançou independente e, talvez por não contar com uma equipe de revisão e tudo mais, acabei encontrando alguns erros. Mas, com certeza, a edição da Generale não deixou passar e os consertou. MAAAAS ainda prefiro a capa da edição independente :)



[FILME] Mato Sem Cachorro

Filme: Mato Sem Cachorro
Ano: 2013

Sinopse:

Deco (Bruno Gagliasso) vive jogado no sofá de sua casa, apesar de ter bastante talento com a música. Um dia, ele encontra dois grandes amores de uma só vez: a radialista Zoé (Leandra Leal) e o cachorro Guto, que desmaia toda vez que fica muito animado. Não demora muito para que o trio viva como se fosse uma família. Só que, dois anos depois, Zoé termina o namoro, fica com a guarda de Guto e ainda por cima arranja um novo namorado (Enrique Diaz). Motivos mais do que suficientes para que Deco fique revoltado e prepare uma vingança: sequestrar Guto. Para tanto ele conta com a ajuda de seu primo Leléo (Danilo Gentili).
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Como é bom ver o cinema brasileiro se renovando e mostrando que nem só de palavrão e tiroteio se faz um bom filme. Fui assistir "Mato Sem Cachorro" na sexta-feira, comemorando meu aniversário com algumas pessoas e, sinceramente, não me arrependi nem um pouco. 

Com uma premissa que pode ser clichê e um tanto batida, o filme consegue dar as reviravoltas necessárias para te fazer rir com momentos hiper cômicos, clichês ou românticos. Com um elenco maravilhoso como esse, não fica difícil fazer o filme se desenrolar sem nenhum problema. Bruno Gagliasso e Leandra Leal mostrando uma química perfeita e sendo amparados por um elenco de apoio de peso. 

Sem dúvida alguma o destaque fica para Danilo Gentili (e para as pequenas participações de Rafinha Bastos e Paulinho Serra). O comediante/apresentador estreia nas telonas e talvez seja um dos grandes motivadores para que muitas pessoas estejam indo assistir. Com piadas ótimas e explorando a famigerada rixa entre cariocas e paulistas, Leléo acaba roubando a cena em diversos momentos, ditando o tom cômico por completo.

E pra quem achou que os elogios fossem parar no elenco, se enganou. O roteiro, a direção e a trilha sonora merecem destaque. O primeiro por ter conseguido explorar, como disse, uma história que poderia ser muito clichê de uma forma mais engraçada e leve. O segundo pelo árduo sacrifício, afinal dirigir o Gentili não deve lá ser muito fácil (hahaha). Pedro Amorim fez um trabalho sensacional em sua estréia. O terceiro pelas escolhas sensacionais de trilha; temos de Sidney Magal à John Lennon, passando por Michel Teló e mostrando que isso é Brasil, essa mistura de tudo e todos.

Depois de sair da sala de cinema, te garanto que ainda estará rindo e comentando as piadas só para rir mais um pouco. Que venham mais filmes assim, sem dúvida. E que venha mais Danilo Gentili, que se mostrou ser ótimo ator à sua maneira.




[ENTREVISTA] Alex Francisco, "A Visita"

Fala galerinha, cês tão bem? Então, hoje eu vim todo feliz, serelepe pimpão para trazer pra vocês a entrevista com o Alex Francisco, parceiro e autor do incrível "A Visita" (quem te resenha em vídeo, em texto e ainda teve promoção aqui no blog). 

Pra quem não viu a resenha (tá esperando o que? Clica Aqui agora!), bom, saiba que o livro é incrível e o autor super simpático e atencioso com a nossa equipe. Claro que, quando surgiu a proposta da entrevista, topamos na hora. Acontece que ela ia rolar na Bienal do Livro, mas advinha quem trocamos o horário do evento do Alex? Pois é... culpa nossa :(

Mas agora o Alex respondeu todas as nossas dúvidas e ainda fez revelações em primeira mão pra gente (chupa concorrência). Confiram:
- Defina "A Visita": um drama romântico ou um romance dramático?
Não gosto muito de categorizar "A Visita", mas acredito que é um romance dramático, pois todo o enredo está ligado ao envolvimento amoroso dos protagonistas. É por conta dessa relação homoafetiva entre Dalmo e Tales que os demais personagens se movimentam na história. Acredito que o diferencial de "A Visita" é como essa história de amor é contada, ou seja, temos um casal que se reencontra no presente, lembra do passado, descobre o que de fato aconteceu nesse passado e, a partir disso, redesenha seu futuro, se é que isso é possível dados os fatos.

- Da onde surgiu a ideia para um romance homossexual que é apresentado ao leitor/espectador de dentro de uma cela?
Como o texto foi pensado primeiramente para o teatro, a ideia era centrar a história em um único cenário, a cela. A partir daí, os flashbacks se desdobravam dentro da própria cela, como se Dalmo e Tales enxergassem ou revivessem sua história ali, naquele lugar incomum para o amor deles. O confinamento sempre me pareceu muito interessante do ponto de vista dramatúrgico, pois os envolvidos são colocados em conflito o tempo todo. "A Visita" ainda bebeu da fonte do cinema alemão do anos 1970, quando os personagens colocavam seus sentimentos para fora por meio das palavras. Eles não só sentiam, eles diziam. Então, imagine dizer tudo estando confinado em uma cela?

- Qual foi a cena mais difícil de escrever?
Não houve uma cena mais difícil de ser escrita, mas duas delas me emocionaram bastante. A primeira, foi o conselho final dado por Rosana a Tales. Foi a última fala que escrevi do livro, que já estava pronto para ir para a gráfica. Durante muito tempo a voz da Rosana ecoava em minha mente querendo falar algo, dar um ultimato no Tales, na vida, no mundo. Pedia a editora que esperasse um pouco, coloquei esse desabafo da Rosana e a voz dela partiu feliz de perto de mim (rs!). A outra cena é a final. Escrevo com a ideia do que quero para a última cena, mas ela só me materializa no ato da escrita e sou surpreendido pelo que acontece, assim como quem lê. Gostei do resultado.

- Você se baseou em alguém para criar os personagens? Especialmente Rosana que é tão iconicamente exagerada.
"A Visita" é ficção, mas bebe da vida real. Há uma colagem, uma composição para cada personagem. Dalmo representa os muitos homens gays que vivem sua sexualidade de maneira discreta. Tales se aproxima do jovem que hoje sabe o que é ser gay, mas ainda não entende sua importância social (se é que ela é necessária, e o livro discute isso). Inácio foi inspirado em uma mulher, que não aceitava o filho, e a situação da mentira (quando Tales diz ao pai que Dalmo é um amigo) aconteceu comigo. Eu fui o Dalmo, colocado como o "amigo" diante da sogra. Fernando foi inspirado em um amigo meu que era executivo em um banco, mas não podia se assumir, por medo de perder o emprego. A dramaturgia potencializou isso e o levou para a drag queen Nina Shine, um personagem que gosto bastante. Já o Cadu teve uma inspiração plástica. Ele foi concebido com o visual sexy do Netto Soares, o dançarino da Wanessa.

- Por que escolher habitar a história no ano de 2001?
Foi um ano de transições para o mundo: a chegada de um novo século, a internet ganhando espaço, o mercado gay se reconhecendo e tomando forma, uma nova revolução sexual despertada pela série "Queer as Folk" nos EUA e o ataque terrorista de 11 de setembro. Foi o momento em que o mundo precisou se repensar. Se as pessoas começam a se repensar, Dalmo e Tales também. E essa metalinguagem que leva Tales para o World Trade Center não é gratuita, pois era no momento em que esse jovem precisava ser tirado da zona de conforto, entrar em crise, se chocar com a vida. Não repensamos no sentido da vida cada vez que alguém próximo morre? Tales precisava desse abalo físico, desse terror. 2001 também é o ano da boa música, presente em nossa trilha sonora com Kylie Minogue, Alicia Keys, Coldplay, Muse, entre outros, em um trabalho de pesquisa musical primoroso feito pelo produtor musical Renan Alves. Segue o link da playlist:http://migre.me/eMAX4.

- Como foi o processo de publicação? Desde o momento que recebeu a notícia de que seria publicado até ter o livro em mãos...
A ideia era que "A Visita" chegasse a um público que, posteriormente, ficaria interessado em ver a montagem e, além disso, tivesse uma interação real com o texto. Ou seja, por ser um texto de teatro, em algum momento, ao ler, ele pronunciaria as falas e se apropriaria daquilo fazendo as vezes do ator. Procuramos por três editoras e fechamos uma parceira com a All Print. Todo o processo de arte e divulgação ficou a cargo de uma equipe que trabalha comigo em projetos pessoais. Quando recebi o primeiro exemplar de "A Visita" fiquei, de fato, sem palavras.

- Por que na capa temos duas mãos unidas e uma delas tem cortes no pulso, já que nenhum dos dois pratica automutilação?
A capa trabalha com signos que representam Dalmo e Tales. O braço com os cortes são para remeter o leitor ao sofrimento dos personagens na cela, ao atentado contra a vida, ao desespero. Logo, esse mesmo braço permite uma dupla interpretação: aquele é o braço de Dalmo ou Tales. Há uma sutileza no toque das mãos, que contrasta com aquela forma opressora de estar algemado. E, por fim, mãos diferentes unidas e atadas: o amor em meio a angústia. Foi um belo trabalho feito por Pedro Carvalho (modelo), Marcus Lyra (semioticista), Maya Quirino (diretora de arte) e Renan Alves (fotógrafo e design).

- Você chegou a cogitar um final diferente para o livro ou talvez escrevê-lo de uma forma diferente da de peça?
Vou revelar a vocês: "A Visita" foi construída com dois finais. O primeiro, é o que está no livro, o oficial. O segundo, está trancado a sete chaves e é mais desestabilizador que o primeiro. As pistas desse final alternativo estão claras em toda a história.

- Acredita que conseguiu o resultado que queria ou mudaria algo na história?
Sim, o resultado foi bastante positivo. O que me deixou mais feliz foi saber que as pessoas receberam o livro de braços abertos, e não só o público gay, mas também o público heterossexual, que se interessou pela história de amor que conta o livro. Saber que as pessoas, talvez, quebraram algumas de suas barreiras para ler "A Visita" é uma grande prova de que o respeitar as diferenças é possível e que o livro deu certo.

- Algum novo projeto? Se sim, o que pode nos contar?
Sim, já estou trabalhando em um novo projeto que deve ser anunciado em breve.

- E pra finalizar, gostaria que você convidasse a galera à ler "A Visita" e desse (mais) motivos para eles lerem.
Galera do Connect Qu4tro espero que vocês se emocionem com "A Visita", que conta a história de um casal gay e mistura emoção, sensualidade, humor, música, mistério e muitas reviravoltas. Faço o convite para que não apenas leiam, mas que entrem na vida dos personagens e encontrem neles coisas do seu cotidiano, da sua vida ou da de conhecidos. Torço para que tenham uma experiência única!

[LIVRO + SORTEIO] A Ilha de Kansnubra e o Portal Perdido

Título: A Ilha de Kansnubra e o Portal Perdido
Editora: Novo Século
Autor: Andrews Ulisses
Páginas: 280

Sinopse:

Garley é um tímido estudante de dezesseis anos que encontra um misterioso medalhão de ouro e é transportado a uma ilha chamada Kansnubra. Localizado no enigmático Triângulo das Bermudas, este fantástico lugar é palco de mago, bruxas e dragões. Para encontrar o portal perdido e retornar a sua vida normal, Garley deverá criar coragem e cumprir uma missão. Com a ajuda de Aldrich, Johnny, Laura, Jorge e Alix, eles partem em direção ao Monte Tylan, mas monstruosas criaturas e poderosos inimigos cruzam o caminho dos jovens. Será que Garley conseguirá enfrentar seus medos e alcançar o objetivo?
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"A Ilha de Kansnubra" é o primeiro livro do autor parceiro (e jovem!) Andrews Ulisses. Um livro de fantasia que faz jus ao gênero à que pertence. Repleto de magia, criaturas, mistérios, luta do bem contra o mal e com direito a gostinho de Harry Potter. Ué, como assim?

Bom, acontece que em certas partes da história de Garley e seus amigos, eu conseguia visualizar o jovem bruxo Harry de apenas 11 anos (essa não é a idade de Garley; ele tem 16) descobrindo todos os encantos, perigos e magia daquele mundo completamente maravilhoso. Isso ocorre com Garley. O deslumbramento com a descoberta de um portal mágico; a magia praticada de maneira errada por um grupo; toda a questão de ser "O Escolhido".... tudo isso acaba gerando, inevitavelmente, a associação ao mundo de J.K. 

Mas essa associação para por aí. Andrews nos apresenta uma história mágica que mistura mistério, segredos, fantasia e espadas! Sim, espadas! E pode parecer meio louco, mas são elas as grandes responsáveis pelas mágicas e pelo destino de Garley.

O livro flui bem e a história é interessante. Um livro que pude dividir entre capítulos que correm rápido e nos deixam ansiosos por mais e capítulos que quebram um ritmo e nos deixa com pé atrás quanto à história. Mas isso tudo chega a fazer sentido no final. A forma como foi alongado certa cena e certa citação ou como foi rápida a passagem de tempo entre uma coisa e outra se torna totalmente válida e explicável ao final.

Um ponto negativo para o livro: muitos erros de edição e digitação. A Novo Século deixou passar erros grotescos e outros sutis (tais como trocas de palavras, junção de palavras, letras que não deveriam estar junto à tal palavra, falta de acento etc). Isso pode acabar sendo prejudicial para a história caso o leitor seja mais jovem, por exemplo.

Um ponto mega positivo é a criatividade do autor. As criaturas que Garley encontra em Kansnubra (seja na cidade ou na floresta à caminho do Monte Tylan) são apresentadas em ricos detalhes, o que nos permite imaginar e viajar para as terras da ilha.

Um livro leve e que promete ser um trava línguas e um bom exercício para a cabeça (afinal não é qualquer um que consegue lidar com os nomes difíceis...). O final me deu a entender que talvez tenhamos uma segunda aventura de Garley, Alix, Jorge e todo o resto. Quem sabe...




Então, ficou curioso e querendo ler "A Ilha de Kansnubra e o Portal Perdido"? Então se segura e corre pro formulário Rafflecopter aí embaixo para concorrer a um exemplar (com direito a marcador e dedicatória do autor) e também vários marcadores legais (vamos divulgar quais serão na página do Facebook). 


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Regras de Participação:
- Não vale participação da equipe do blog!
- O ganhador deve ter endereço de entrega no Brasil.
- O ganhador têm até 48h para responder o e-mail de contato.
- O envio é de responsabilidade do blog.
- O prazo de entrega é 30 dias após o anúncio do ganhador.
- A promoção é válida até às 23:59h do dia 30/09, com sorteio no dia seguinte.



[LIVRO] Escola de um Destino

Livro: Escola de um Destino
Editora: Livros Ilimitados
Autor: Sidney Santborg
Páginas: 86


Sinopse:

Com o livro Escola de um Destino, o leitor ganha combustível para buscar a realização de seus sonhos e enfrentar os percalços apresentados no decorrer da vida. Em um universo de poucas oportunidades, o esforço e dedicação os levam a uma realidade até então apenas vista pela televisão. Mas será que esse novo mundo pode modifi­cá-los? Será que as más in‑fluências podem corromper aqueles que têm uma meta na vida? O início é duro, sair do convívio da família e da cidade para estudar em uma grande escola, onde todos os dias se faz necessário uma prova de força de vontade, superação e comprometimento com o estudo, pois os fracos se deixam levar... Mergulhando em abismos que os afastam do sonho e do foco principal.
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   Nossa, fazia um tempo que eu não lia um livro "real", sempre fantasias, ou com realidades bem mais distantes da minha. E foi bom ter voltado a realidade com "Escola de um Destino".

   Escola de um destino conta a história de quatro rapazes, Antônio, José Pedro, João Paulo e Marcos, que são nordestinos e após Antônio ter visto algumas referências, ter pesquisado bastante e tudo mais, convence os outros três amigos a tentarem a vida em um internato no Rio de Janeiro. Depois de terem estudado muito, depois de muito sacrifício, depois de abrir mão de muita coisa, eles são aprovados nessa escola, e se pensa que o desafio e o sufoco acabou por aí, que eles viriam para o Rio e estaria tudo perfeito, está enganado, é aí que começa a verdadeira luta.
   
   Sidney decide por uma maneira interessante de narrar a história. Diante dos olhos do leitor ele apresenta, desenvolve e destrói a vida dos seus personagens. E não adianta ficar com pena, porque no final tudo o que acontece é para tirar a reflexão, te fazer pensar, te dar um tapa na cara, por assim dizer.

   O livro é bem curto, com uma narrativa bem rápida, típico para se ler em um dia, mas isso não tira nem um pouco o brilho da história. Ele nos dá uma verdadeira lição de moral e nos faz ficar pensando durante um tempo sobre tudo que nos foi passado. O mais legal é no final ver o verdadeiro motivo do título do livro.

   É muito bom ver, que apesar de ser uma ficção, a história é muito real e pode acontecer com qualquer um, ou com qualquer conhecido. Uma típica história de compreensão de valores e formação de caráter. Bom para jovens ou crianças, um "acorda" pra vida, para nos mostrar que a vida não são só flores, que para seguir nossos sonhos vamos encontrar obstáculo e tentações. Nos mostra que devemos ter foco pra conseguir nossos objetivos e que devemos estar preparados para as diferentes barreiras que podem surgir.

   Sidney tem uma escrita bem leve e de fácil compreensão. E só tenho a agradecer ao autor por ter topado a parceria, muito obrigado mesmo, estamos esperando por novos trabalhos.

  
   

Book Trailer de Escola de um Destino:


[LIVRO + PROMOÇÃO] A Visita

Livro: A Visita
Editora: All Print
Autor: Alex Francisco
Páginas: 108

Sinopse:


Dalmo cumpre pena por um crime que não cometeu. Na prisão, ele recebe a inesperada visita de Tales, seu namorado, que consegue burlar a guarda do presídio para estar junto do amado e, assim, diminuir o peso e a dor causados pela distância. Em um misto de prazer e ousadia, os amantes acabam trancados na cela, fadados a ter a madrugada como anfitriã e carrasca. Confinados, Dalmo e Tales relembram momentos da relação, seus prazeres, dissabores, vitórias e derrotas. Essa passagem é decisiva em suas vidas e acontece alheia à dura realidade que os aguarda quando o sol invadir o cárcere pela manhã.
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Para quem não quiser ler a resenha escrita, ela saiu em vídeo também! No final do post :)

A Visita é um drama escrito para o teatro e narra a vida de Tales e Dalmo. Eles são um casal – sim, é uma história onde o casal principal é homossexual, e daí? – A história se passa dentro de uma cela na prisão. Dalmo foi preso injustamente por um crime que não cometeu e, driblando a segurança do presídio, Tales consegue ficar após o horário de visita para surpreender seu amado. Quando os dois se encontram, eles começam a lembrar de tudo o que aconteceu até aquele momento. Como eles se conheceram, como Tales não quis se assumir e tudo o mais, até nos dar o desfecho com o motivo da prisão de Dalmo.


Esse foi o primeiro livro escrito para o teatro que eu li e confesso que fiquei surpreso ao gostar e sentir mais facilidade na leitura dele. Mesmo com as marcações de interpretação, cenário e tudo mais, em determinado momento você não os lê mais como parte da história e acaba se vendo atuando, como manda o “script”.

A escrita do Alex é boa e correta. “Ah, porque eu digo correta?’Correta no sentido de se adequar à história. Fazendo uso de abreviações casuais como “pra” e “tá”, ele faz com que vivenciemos à história, conseguindo imaginar todas os diálogos como sendo nossos numa roda de amigos.

As reações e gestos dos personagens somados à esse vocabulário casual conseguem fazer o leitor imaginar toda a peça decorrendo em sua cabeça, ou melhor, como se estivesse realmente sentado em um teatro, assistindo àquilo tudo.

São trabalhados 7 personagens e, posso dizer?, QUE PERSONAGENS! Além do maduro e assumidamente gay com orgulho Dalmo, do indeciso e inseguro Tales, ainda temos a estrela irônica, o tio sincero e drag Queen, o playboy ressentido e vingativo, o pai que não suporta a ideia do filho gay e o traficante barra pesada. Personagens totalmente diferentes com personalidades e importâncias incríveis para a história.

Dentre todos eles, dou destaque para Rosana e Fernando. Rosana é uma cantora de bar muito da irônica e dessas que dizem o que pensam, sem segurar a língua.(aliás, eu imaginei Rosana como uma mistura de Nany People com Rogéria – apesar da personagem ser mulher -, então imaginem...) Já Fernando, ou Nina se preferir, é um empresário que vive uma vida dupla: escritório e terno de dia, palco e bate cabelo à noite. Uma drag com o estilo “bicha má”, bem ácido. Ambos foram responsáveis por tiradas e frases que me fizeram rir horrores.

“Me revolta essas gays que não sabem o que quer da vida e ficam inventando frases de autoajuda pra se desculpar” – Rosana
Além de tudo isso, ainda temos referência à incrível Maysa e isso parece que foi para acabar comigo, porque se tem alguém que pode destruir uma auto-estima é Maysa.

A história se passa no Brasil em 2001, mas em determinado momento temos a inclusão do atentado às Torres Gêmeas e um dos personagens acaba se salvando desse acidente. Apesar de julgar desnecessária a cena, consegui me arrepiar. Cumpre o papel de dar espaço entre as cenas e de emocionar.

A única reclamação que eu tenho pra A Visita fica quanto à parte final do livro. “Ah, você não gostou do final?” não, não é isso. Eu amei o livro, a história e os personagens. Acontece que na última parte rola, infelizmente, alguns erros de digitação, gramação e até mesmo troca de nomes de personagens. E esse é o único motivo que me impede de dar 5.

A Visita é do autor Alex Francisco, parceiro do blog e posso falar? Fiquei muito feliz com o resultado da parceria. Além de ter sido atencioso e simpático comigo, quando entrei em contato com ele, ainda recebemos um livro desses!





O autor vai estar na Bienal, no dia 07/09 e vamos estar lá e faremos uma entrevista com ele! E, para fechar a parceria com chave de ouro, vamos ter uma promoção! Serão 3 exemplares de A Visita. A promoção vai rolar até o dia 07/09 e serão três ganhadores que vão poder se deliciar com essa história de amor proibido. Para participar é só responder às chances do formulário do Rafflecopter abaixo:

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Regras de Participação:
- Não vale participação da equipe do blog!
- O ganhador deve ter endereço de entrega no Brasil.
- O ganhador têm até 48h para responder o e-mail de contato.
- O envio é de responsabilidade do autor.
- O prazo de entrega é 30 dias após o anúncio do ganhador.
- A promoção é válida até às 23:59h do dia 07/09, com sorteio no dia seguinte.

[NOVIDADES] Autores Parceiros!

Olá galerinha! Hoje eu vim com uma novidade que nos deixou muito felizes. Temos parcerias novas! Gente, vocês não fazem ideia de como é gratificante fechar uma parceria. É uma sensação boa porque você vê que seu trabalho está sendo reconhecido, sabe? É estranho, mas é bem isso mesmo. 

Bom, hoje eu vim definitivamente apresentar pra vocês a nossa nova aba (ali em cima no menu) com os nossos Parceiros e a biografia de cada um. Primeiramente, eu vou explicar o porque de termos decidido fazer essa postagem em conjunto: são muitos autores e ficaria massante fazer postagens repetidas para anunciar as parcerias. Mas todos terão seu espaço para divulgação, afinal é o propósito de todos: ter seu trabalho divulgado e reconhecido. 

Nessa postagem eu vim apresentar os livros dos nossos queridos parceiros. Mas, como eu já disse, se você quiser saber mais sobre cada um deles, só ir na aba de Parceiros.


















[PROMOÇÃO RELÂMPAGO] POBRE NÃO TEM SORTE 1&2


Fala galera, como vocês tão? A gente está em estado de êxtase, ainda mais com essa notícia boa pra dar pra vocês. Como vocês viram, fechamos algumas parcerias com autores brasileiros bem legais (aliás, obrigado a todos eles <3) e uma delas foi a Leila Rego (você confere mais sobre ela na aba de Parceiros). 

E advinha só? Você, querido leitor, também vai adorar essa parceria, porque a autora vai disponibilizar um exemplar de "Pobre Não Tem Sorte" e um de "Pobre Não Tem Sorte 2" para um só ganhador! Quer participar? Então confere as regras e depois corre pro formulário do Rafflecopter.



Regras e Esclarecimentos Gerais:

- Não serão aceitas participações de membros do blog!
- É necessário ter endereço de entrega no Brasil
- O prazo de entrega é de 30 dias úteis a partir da data do anúncio do ganhador
- O envio é de responsabilidade da autora
- O ganhador terá 48h para responder o e-mail de contato. Caso não haja resposta, um novo sorteio é realizado
- A promoção é válida até o dia 27/07 (sim, uma semana apenas!) até 12h e o sorteio será realizado às 15h do mesmo dia, com divulgação nessa publicação, no twitter e na página do blog.
- Você não é obrigado a realizar todos os procedimentos do formulário para participar. Mas, quanto mais tópicos você realizar, mais chances você tem de ganhar.

Boa sorte!

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[FILME] Minha Mãe é Uma Peça

Título: Minha Mãe é Uma Peça - O Filme
Ano: 2013

Sinopse:

Dona Hermínia (Paulo Gustavo) é uma mulher de meia idade que está aposentada e não tem muitas ocupações, sendo que sua maior preocupação é achar o que fazer. Ela é uma mãe dedicada e está sempre preocupada com os filhos, só que eles cresceram, e já não precisam tanto dela, o que a deixa entediada. Sem um trabalho, um companheiro ou filhos pequenos para se ocupar, Dona Hermínia passa o dia todo desabafando sobre seus problemas com a tia idosa, a vizinha fofoqueira e a amiga confidente.
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Paulo Gustavo, seu lindo! Seu gênio! Que filme é esse, gente? Simplesmente incrível! O Brasil precisava dar essa guinada no cinema... depois de Até Que A Sorte nos Separe, agora outra brilhante comédia que te arranca gargalhadas a cada cena.

Assim é "Minha Mãe é uma Peça - O Filme". O filme baseado na peça escrita e interpretada por Paulo Gustavo nos faz rir imensamente ao mesmo tempo em que nos dá uma lição de vida e nos faz chorar (na maioria das vezes, de rir). Antes mesmo da estréia o filme já vinha chamando atenção e tinha altas expectativas, afinal é Paulo Gustavo vestido de mulher. Ou seja, tinha que ser incrível.

E foi! Dona Hermínia é uma das personagens dele da qual eu gosto, mas ainda assim estava com um pé atrás quanto ao filme. Vou explicar o porque: todo filme brasileiro de comédia têm soltado trailers sensacionais, que te fazem rir e despertam o desejo de querer assistir os filmes, de rir mais com aquela história. Mas na hora do vamos ver, não é lá essas coisas. 


Quando vi o trailer (que já é demais!) do filme, fiquei com esse pensamento na cabeça: será que o filme vai ser tão bom assim? Então, eis que hoje (21/06) estreou o filme e nós quatro aqui do blog fomos assistir com mais alguns amigos. Se valeu o preço do ingresso? Mas é óbvio! Tô pensando até em assistir de novo...

O filme segue leve e divertido até nas cenas mais apagadas. Um elenco incrível acompanha Paulo Gustavo e dá o tom da comédia (Ingrid Guimarães, Samantha Schmütz, Rodrigo Pandolfo e Mariana Xavier dão um show). Com o jeito escandaloso e sincero da personagem (já conhecida de parte do público por causa do programa "220 Volts"), o filme arranca risadas enquanto ela joga o cachorro na lixeira por acidente ou quando desmaia ao descobrir que o filho é gay e diz que não morreu, só desmaiou pra poder fugir do assunto.

Rodrigo Pandolfo de collant, dançando Perlla <3
Se a minha admiração pelo trabalho do Paulo Gustavo já era grande, ficou maior ainda. Ah, e o que é esse homem vestido de mulher? Gente, dá pra se passar por mulher fácil e engana geral! Aliás, parabéns pra equipe de maquiagem, figurino e cabelo do filme porque maquiar, vestir de mulher e dar cabelo à um ator careca deve ter sido muito difícil. Mas o resultado valeu a pena.

Então vá correndo pro cinema assistir e se deliciar com "Minha Mãe é Uma Peça - o Filme". Te garanto que vão ter partes que você não vai nem ouvir direito por causa da quantidade de gargalhada na sala e partes que você vai se derreter de tão fofa. A melhor estréia do cinema nacional esse ano (sim, bateu Faroeste Caboclo).

Ah, e se puder/quiser/der, leve sua mãe pra assistir! Vocês vão morrer de rir vendo o quanto Dona Hermínia se parece com sua mãe e quanto Marcelina ou Juliano se parem com você. 

"Perfeito, incrível, de rir até não querer mais. Garantindo ótimas risadas do inicio ao fim." - Yan



[MÚSICA] Clarice Falcão - Monomania

Clarice Falcão é uma atriz, cantora, roteirista e comediante brasileira, filha do cineasta João Falcão e da escritora Adriana Falcão. Clarice começou a carreira como atriz atuando em curta-metragens (O Segundo Minuto, Dois Menos Dois e Laços).

No cinema, fez uma participação no filme Fica Comigo Esta Noite de 2006.  E em 2012, protagonizou o filme Eu Não Faço a Menor Ideia do Que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida de Matheus Souza.


Em 2008, na novela A Favorita, viveu sua primeira personagem em uma novela. Em 2012, Clarice também começou a trabalhar como roteirista no seriado Louco Por Elas, da Rede Globo. A série foi criada por ela, pela mãe Adriana Falcão, o namorado Gregório Duvivier, além de Jô Abdu com quem já havia trabalhado em Laços. Além do trabalho de roteirista nas séries As Cariocas e As Brasileiras. 


Atualmente, faz parte do elenco do canal Porta dos Fundos, que semanalmente apresenta vídeos de humor. O canal da série no YouTube conta com mais de 3 milhões de inscritos, sendo o canal brasileiro com mais inscritos no site. 

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Clarice é a doce menina de grandes olhos azuis, jeito meigo e voz incrível. A menina/mulher que canta e encanta com suas letras que contam verdadeiras histórias de amor e tragédia. Sempre com bom humor e acompanhada de instrumentos inusitados, a verdade é que Clarice virou a nova mania nacional.

Depois de postar vídeos no Youtube onde interpretava suas canções originais e ter suas visualizações impulsionadas devido aos esquetes produzidos para o Porta dos Fundos, Clarice virou uma das vozes mais ouvidas e apreciadas (e mais do que merecidamente!) do país.

Lançou seu primeiro CD ("Monomania") em maio de 2013 e a curiosidade fica por conta de não ser um álbum físico. O CD em questão é comercializado apenas através do iTunes e é simplesmente um sucesso. Durante sua estréia, ficou durante uma semana no topo dos mais vendidos e atualmente figura entre os 10 mais vendidos.

Se você não tem Iphone (pobre que nem a gente) ou não tem dinheiro pra comprar o álbum da Clarice no iTunes, o Vitor Souto disponibilizou o álbum completo no Youtube. Então corre e clica AQUI e dá play antes de me ver falando de cada música.


A primeira música do CD é "Eu esqueci você" e nela, Clarice decidiu mostrar para o seu amor que tinha esquecido ele, como a vida está perfeita sem ele e tudo mais. Mas é claro que nem tudo são flores, então é claro que ela também fala das possíveis recaídas que ela poderia ter. Uma música que retrata e muito a realidade de vários e vários relacionamentos por aí.

Dando continuidade temos "Macaé" que com apenas os acordes do violão e a voz calma e doce de Clarice narra uma obsessão amorosa. Isso mesmo! E de forma espetacular, ela narra cada uma das coisas que ela fez obcecada por ele, ao mesmo tempo em que pede que ele perceba tudo aquilo como um gesto de amor. Todas as loucuras... Confesso que é uma das minhas músicas preferidas dela. E a primeira na qual eu viciei e escutei durante uns bons 4 meses direto.

Daí vem a faixa-título do álbum. Em "Monomania", Clarice se mostra arrependida de fazer tantas músicas sobre uma mesma pessoa e jura pra ela e pra nós que a música não seria para a pessoa... e advinha só? É claro que ela não cumpre. E, quando Clarice entoa "quem vai comprar esse CD sobre uma pessoa só?", tudo o que passa na minha mente é: EU! 


Com "Um Só", não me comovi ou me animei. Seja pelo ritmo mais lento e arrastado ou pela letra que não me identifiquei, acabo considerando a música mais fraca de todo o álbum. E logo em seguida, a mais agitada de todas: "Fred Astaire" traz novamente uma história de um romance entoada pela voz suave e doce de Clarice. E a música é tão boa, mas tão boa, que mereceu uma versão em inglês que aparece no final do disco (e é a minha preferida entre as duas rs).

"Talvez" e "Qualquer Negócio" são uma dessas músicas boas, porém apenas para completar álbum. Não me envolveram como outras, mas também não me causaram tão indiferença quanto "Um Só". Em "De Todos os Loucos do Mundo" eu me derreto imaginando o Gregório e a Clarice (casal mais fofo ever) encaixando em cada um dos versos da música, ao mesmo tempo em que me identifico bastante com algumas coisas e eu amo quando isso ocorre com uma música.

E então vem a minha música preferida de todo o álbum! Sim, eu tenho uma coisa de gostar das músicas menos famosas e com menos possíveis chances de "single" de um álbum e eu juro que é totalmente sem querer. Amo Monomania e Macaé (que viraram verdadeiros hits do álbum), mas "Eu Me Lembro" é coisa mais perfeita de todo o CD e eu canto a parte da Clarice e a do Silva, porque é difícil escolher a parte mais perfeita e tal... Ah, e eu já quero alguém pra poder gravar essa música comigo (não, não sou cantor, mas preciso fazer isso).
"era presunto enrolado no melão"
Pra fechar o álbum, as últimas faixas são "O Que eu Bebi" (que, como o próprio nome diz, fala daqueles porres de amor que a gente toma de vez em sempre), "A Gente Voltou" (que, diferente de todo o álbum, fala justamente sobre a volta do amor, do relacionamento), "Oitavo Andar" (que é simplesmente incrível e impossível de descrever), "Capitão Gancho" (que eu ainda não tenho uma opinião formada) e a versão em inglês de "Fred Astaire".

Então, depois de ouvir e viciar e cantar e rir e amar mais ainda a voz da Clarice Falcão, me senti na necessidade de vir fazer essa postagem. E te convido a conhecer a voz mais doce que você vai achar nesse país. Clarice Falcão se mostra uma verdadeira artista e, claro, arrebatou meu coração. Seja cantando, roteirizando ou atuando ... é amor platônico.