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[PREMIAÇÃO] VMA 2013

Tudo começou há algumas semanas. Katy Perry saiu na frente conquistando corações com o vazamento de "ROAR", primeiro single do seu novo álbum. Depois veio Lady Gaga fazendo os little monsters pirarem com seu "Applause". Pronto, estava declarada a 3ª Guerra Mundial. A pergunta que não queria calar era: qual é a melhor? Depois de dias com trend topics tomados por um ou outro fandom, acabou sendo anunciado que ambas performariam no VMA 2013 e, para gerar ainda mais polêmica e causar furor entre os fãs e alimentar a briga, uma abriria o prêmio e a outra fecharia. Acontece que, para surpresa geral, em terra de Gaga e Perry, quem reinou foi Timberlake! Mas já chego lá, vamos começar pelo começo...

No pré-show tivemos Austin Mahone - o novo Bieber, porém com um pouco mais de talento do que o JB que conhecemos em 2009 (?) - e Ariana Grande - que de grande só o talento e a voz, porque os agudos da menina fizeram Mariah Carey ficar preocupada, aposto. 

No meio de toda essa bagunça de apresentações, gente chegando no Red Carpet e fãs brigando no twitter, Shailene Woodley e Theo James apareceram para realizar o sonho de todo fã de Divergente: anunciaram o primeiro teaser da adaptação cinematográfica do livro de Veronica Roth, que chega às telonas em Março de 2014, mas já deixa a gente maluco com tudo o que aparece nesse teaser.

Daí começou o furdunço todo. A abertura da noite ficou por conta de Lady Gaga - e eu quero entender que tipo de acordo ela tem com a MTV, porque toda vez que ela tiver single novo agora ela vai abrir o VMA? Pra quem não lembra em 2011 foi Jo Calderone quem abriu a noite com "You and I" - e a loira estava gerando certa curiosidade geral pois seria a primeira grande apresentação do novo single e todos esperavam as maluquices dos vestidos no Red Carpet. Acontece que Gaga chegou básica, toda de preto! 

Durante a apresentação de "Applause", ela trocou de roupa e de peruca e performou partes de coreografias de cada "era Gaga". Tivemos o loiro claro representando "Poker Face", o amarelo ovo por "Telephone" e depois a louca saiu do palco, tirou a roupa toda e voltou com seus cabelos "naturais", um par de conchas cobrindo os seios e um biquíni meio enterrado na bunda. Um performance boa, com as surpresas normais da Gaga e com uma música contagiante.




Ainda se tratando de performances marcantes/boas, tivemos Miley Cyrus que está cada vez mais ousada e piranhona fazendo twerk no palco do VMA e se esfregando em Robin Thicke (que aliás, estava incrível). Apesar de toda a putaria e a forçação de barra desnecessária, foram boas apresentações. Tanto de "We Can't Stop", da Miley, quanto de "Blurred Lines" do Robin Thicke.



Pulando um pouco para os prêmios: os maiores indicados da noite foram Justin Timberlake e a dupla Macklemore & Ryan Lewis, com 6 indicações cada. E na disputa para ver quem levaria mais astronautas para casa, deu empate! Timberlake levou dois prêmios de categoria técnica: Melhor Edição ("Mirrors") e Melhor Direção ("Suit & Tie") e o maior prêmio da noite, o de Clipe do Ano ("Mirrors"). Já a dupla Macklemore & Ryan Lewis levaram: Melhor Fotografia ("Can't Hold Us"), Clipe Com Mensagem ("Same Love") e Melhor Clipe de Hip-Hop ("Can't Hold Us"). Todos muito merecidos, diga-se de passagem.

Ainda nos prêmios, tivemos Selena Gomez deixando todo mundo sem entender nada e levando Clipe Pop, por "Come & Get It" - a cabeçuda arrancou esse das mãos de Timberlake, Bruno Mars, Miley e Fun. Ainda rolou Melhor Colaboração para Pink ft. Nate Ruess, por "Just Give Me a Reason".

Outro que se deu bem e ainda fez uma apresentação boa (nada UAL, apenas no nível que se espera dele) foi Bruno Mars. O havaiano levou Clipe Masculino ("Locked Out Of Heaven") e Coreografia ("Treasure"); e cantou seu novo single "Gorilla".

A parte "WTF" continuou com Taylor Swift levando Clipe Feminino ("I Knew You Were Trouble"), - sendo que ela concorria com Pink, Miley, Demi e Rihanna - mas acabou que a decepção foi compensada depois do discurso de agradecimento da gata que soltou um: "Gostaria de agradecer à pessoa que foi inspiração para essa música. Ele sabe que é ele." e depois deu uma jogadinha de cabeça para frente, bem no momento em que a câmera da MTV ultrarapidamente mostra a cara de bunda do Harry Styles. SEN-SA-CIO-NAL.

O prêmio de Aposta do Ano ficou para o Austin Mahone e foi uma puta injustiça. Se fossemos falar de merecimento, esse prêmio deveria ter ido para Zedd ou para Iggy Azalea, mas como esse prêmio em questão acabou com votação popular, leva o que tem mais fãs retardadas e que fazem de tudo para ganhar uma votação. Ah, ainda falando de fãs que fazem de tudo por uma votação, One Direction levou Canção de Verão por "Best Song Ever" - sendo que eu não ouvi essa música em nenhuma rádio ou sequer vi o vídeo estourar para tanto, mas ok.

30 Seconds To Mars levou Clipe de Rock por "Up In The Air" e eu queria que fosse para o Imagine Dragons porque "Radioactive" é mais perfeita, apesar de eu curtir muito ambas as bandas; O prêmio de Efeitos Especiais ficou para o Capital Cities por "Safe and Sound", aliás merecido porque o clipe é simplesmente incrível e mexe com todo tipo de efeito; Janelle Monáe apareceu para levar Melhor Direção de Arte ("Q.U.E.E.N").

E então chegamos ao grande impacto da noite: Justin Timberlake. Acontece que o moço foi o escolhido da MTV para receber o Prêmio Vanguarda Michael Jackson, que é dado para artistas com carreiras brilhantes e que mereçam destaque. Primeiro ponto que eu gostaria de comentar: teve gente reclamando que Timberlake não merecia receber esse prêmio e então o JT foi lá e fez A MELHOR PERFORMANCE DA NOITE - e arrisco dizer uma das performances que vão ser lembradas futuramente como melhores da história da premiação. E, ainda nesse assunto de merecimento, gostaria de lembrar que quem ganhou ano passado foi a Britney Spears e ela sequer fez uma apresentação medley das músicas dela como JT fez esse ano.

Continuando. Timberlake entra no palco após um vídeo de homenagem com cenas de vários clipes dele e eu já estava naquela onde nostalgia total; ele chega, começa a cantar músicas como "Sexy Back", "My Love" e, como se mostrar que sabe cantar - e cantar muito bem, diga-se de passagem - e dançar ao mesmo tempo sem precisar de playback (beijo Chris Brown, abraço Justin Bieber), ele aproveita a oportunidade faz com que todos fiquemos com mais vontade ainda de aplaudi-lo. Como? ELE TRAZ O N'SYNC! Cara, sabe o que é ver aqueles caras ali no palco, cantando "Bye Bye Bye"? Nostalgia totaaaaaaaal. (e isso só serviu para mostrar para One Direction e boybands do momento o que é uma boyband DE VERDADE). E para finalizar ele arrasa nossos corações com "Mirrors". O que mais a gente pode fazer senão venerar e aplaudir Justin Timberlake? Depois dessa VMA, me convenci de que os únicos que podem fazer o que o Michael Jackson fez são Justin Timberlake e Bruno Mars (que já estava nessa categoria bem antes na minha opinião).



E parecia muito injusto o VMA continuar e colocar mais gente para cantar depois do SHOW que Justin Timberlake deu, mas infelizmente a MTV é estúpida e não sabe organizar as coisas muito bem, então é lógico que teríamos mais apresentações. O clima ficou mais ameno e calmo e fofo com Macklemore & Ryan Lewis num featuring delicioso com Mary Lambert chamado "Same Love". E, para acabar de vez com todo tipo de preconceito (esse é o conceito da música), ainda convidaram Jennifer Hudson para o palco. Pronto, meu coração parou e meu amor pelos branquelos do hip-hop só aumentou.



E, depois de mais prêmios, veio o gran finale da premiação: Katy Perry e sua apresentação de "ROAR" direto da ponte do Brooklyn. A música é boa e eu estava ansioso para ver Katy segurando a nota alta do refrão, mas aí a coisa toda desandou. Acontece que a apresentação da moça não foi ao vivo e sim gravada previamente e eu consegui ouvir o playback que é tão amigo dela. Mas, as partes em que não houveram o amiguinho, Katy mandou muito bem e a encenação foi boa. Esperava mais, mas foi bom no geral. Aliás, achei meio sem sentido esse enfoque da apresentação no fator "luta", já que pelo que foi divulgado o clipe vai focar no "rugido" e na coisa selva sei lá....



Então entre Gaga e Perry, eu escolho Timberlake. Entre "Applause" e "ROAR", fico com "Same Love". Entre Didi Effe e Daniel Furlan, demito os dois e trago a Titi Muller e a Mari Moon de volta. E esse foi mais um VMA: cheio de decepções, algumas surpresas e algumas coisas boas e marcantes. QUEM SABE, VMA esteja começando a voltar para o que era.... mas isso está mais para sonho do que realização, infelizmente.






[MÚSICA] Tiago Iorc

Eu tentei, eu lutei contra, eu me impedi o máximo de ficar ouvindo direto as músicas dele porque eu sabia que esse seria o destino final. Mas não deu, eu não resisti e sou obrigado a falar dele aqui (apesar de achar que não vá fazer jus). O post de hoje é sobre uma das vozes mais doces que eu tenho ouvido atualmente: Tiago Iorc.

Conheci Tiago Iorc num momento péssimo da minha vida. Fui apresentado à ele por uma pessoa que foi muito especial pra mim e que, infelizmente, se foi. Então acabei criando um certo bloqueio à ele, talvez por acreditar que ele me faria lembrar da pessoa ou sei lá. E de fato ele faz isso, até hoje. Foi em 2010 que eu me peguei viciado em "My Girl", a regravação do The Temptations embalada por uma voz suave que eu não fazia ideia de quem era. 

Depois daquele esquema "se apegar à uma música, ouvir bastante até se cansar e depois largar", deixei Tiago Iorc um pouco de lado. No final de 2011 eu viria a escutar seu primeiro álbum completo pela primeira vez. "Let Yourself In" me conquistou e me proporcionou momentos sutis e fofos, desses de você querer ficar quieto só ouvindo a música incrível que está tocando.

Mais uma vez, abandonei Iorc. E agora, em 2013, me vi mais uma vez contaminado por suas músicas. Numa espécie de vício diário, ouço as que mais me agradam e fico num estado de calmaria intensa. Músicas que me fazem pensar, sabe? Dessas músicas que você ouve no fone de ouvido e esquece do mundo, simplesmente porque você quer saber o que aquela voz doce e seu violão estão querendo te contar. Melhor ainda é quando o frio chega e você abraça esse tipo de músicas: as calmas, que são boas pra te fazer lembrar de alguém ou apenas para ouvir. Assim são as músicas de Tiago Iorc. 

E nem adianta você dizer que nunca ouviu Tiago Iorc, porque te garanto que já. Você só não sabia que era ele. Acontece que as músicas dele estão constantemente em novelas da Globo, ou seja, você já deve ter ouvido pelo menos um zilhão de vezes os versos de alguma(s) dela(s).

Seja "Nothing But a Song" na Malhação de 2008; "Scared" em Duas Caras; "Blame" em A Favorita; "My Girl" em Viver a Vida; "Fine" na Malhação de 2010; "Gave Me a Name" em A Vida da Gente; "Story of a Man" em Malhação de 2011 ou, a mais recente, "It's a Fluke" que você pode ouvir todos os dias em Flor do Caribe.



E, apesar de todas as tentativas de popularização de sua música que a Globo faz, Tiago Iorc não é um dos cantores mais reconhecidos do Brasil. E posso falar a verdade? Graças a Deus! Claro que ele merece reconhecimento, merece ser ouvido, merece o sucesso. Mas ao mesmo tempo, o que faz sucesso hoje em dia é tão banalizado que se torna chato. Imagina o tanto de gente que ouviria Tiago Iorc sem realmente entender (ou sem nem ao menos tentar entender) o que ele quer dizer? 

Além de "Let Yourself In", Tiago ainda lançou "Umbilical" em 2011.

A boa pedida para esse frio é um bom livro, uma boa coberta e uma boa música. E a boa música você encontra com Iorc. Então aperta o play aqui em baixo e se deixa levar pela voz desse brasiliense radicado curitibano.

[MÚSICA] Bruno Mars

Enfim decidi tomar vergonha na cara e fazer o que venho prometendo há um século: um post dedicado ao meu cantor favorito, Bruno Mars.

Peter Gene Hernandez, mais conhecido como nosso Bruno Mars, é um cantor, compositor, produtor musical, e multi-instrumentista havaiano, que decidiu se mudar pra Los Angeles, logo após se formar no ensino médio, onde formou o grupo de produtores The Smeezingtons.

Antes do lançamento do seu primeiro álbum (“Doo-Wops & Hooligans (2010)”), Bruno fez participações em músicas como “Nothin’ On You” e “Billionaire”, além de ter participado da composição de músicas como “Fuck You” do Cee Lo Green.

Bruno é um dos artistas mais completos da atualidade. Ele consegue misturar de tudo um pouco: pop, R&B, hip hop, soul, reggae... e o melhor de tudo é que ele consegue fazer tudo o que ele quiser que fica bom. Ele pode cantar desde as baladas bem românticas como “Just The Way You Are” e “Talking To The Moon”, as bem deprimidas como “Grenade” e “When I Was Your Man” até as bem mais animadas e agitadas como “Runaway Baby”, “Locked Out Of Heaven” ou seu novo single “Treasure”, que vai ficar bom de qualquer jeito.

Acho que por isso que ele é meu cantor favorito. Quando eu to na fossa, eu vou ouvir Bruno Mars. Quando eu to feliz, eu vou ouvir Bruno Mars. Quando eu estou apaixonado então, vou ouvir Bruno Mars com toda certeza.


Além disso tudo, os shows dele são perfeitos. Infelizmente não pude ir aos shows que ele fez aqui, - meus amigos são todos uns furões - mas eu os acompanhei pela MTV, que os transmitiu ao vivo. Os shows são perfeitos. Ele canta, dança, brinca, conversa com o publico... um artista completo com shows completos.

Aguardo ansiosamente por outro show do Bruno em terras brasileiras. 

Numa entrevista a Billboard Brasileira, ele prometeu que viria pra cá nesse verão e que esperava por convites para festivais, mas que, se não rolasse, faria shows normais mesmo. Tive esperança de que ele viesse ao Rock In Rio, mas ele não veio. Por mim, podia tirar o Timberlake e botar o Bruno lá que eu fico de boa (risos). Imaginem curtir Jessie J, Alicia Keys e fechar a noite com um mega show do Bruno Mars? #Sonho






[MÚSICA] Clarice Falcão - Monomania

Clarice Falcão é uma atriz, cantora, roteirista e comediante brasileira, filha do cineasta João Falcão e da escritora Adriana Falcão. Clarice começou a carreira como atriz atuando em curta-metragens (O Segundo Minuto, Dois Menos Dois e Laços).

No cinema, fez uma participação no filme Fica Comigo Esta Noite de 2006.  E em 2012, protagonizou o filme Eu Não Faço a Menor Ideia do Que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida de Matheus Souza.


Em 2008, na novela A Favorita, viveu sua primeira personagem em uma novela. Em 2012, Clarice também começou a trabalhar como roteirista no seriado Louco Por Elas, da Rede Globo. A série foi criada por ela, pela mãe Adriana Falcão, o namorado Gregório Duvivier, além de Jô Abdu com quem já havia trabalhado em Laços. Além do trabalho de roteirista nas séries As Cariocas e As Brasileiras. 


Atualmente, faz parte do elenco do canal Porta dos Fundos, que semanalmente apresenta vídeos de humor. O canal da série no YouTube conta com mais de 3 milhões de inscritos, sendo o canal brasileiro com mais inscritos no site. 

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Clarice é a doce menina de grandes olhos azuis, jeito meigo e voz incrível. A menina/mulher que canta e encanta com suas letras que contam verdadeiras histórias de amor e tragédia. Sempre com bom humor e acompanhada de instrumentos inusitados, a verdade é que Clarice virou a nova mania nacional.

Depois de postar vídeos no Youtube onde interpretava suas canções originais e ter suas visualizações impulsionadas devido aos esquetes produzidos para o Porta dos Fundos, Clarice virou uma das vozes mais ouvidas e apreciadas (e mais do que merecidamente!) do país.

Lançou seu primeiro CD ("Monomania") em maio de 2013 e a curiosidade fica por conta de não ser um álbum físico. O CD em questão é comercializado apenas através do iTunes e é simplesmente um sucesso. Durante sua estréia, ficou durante uma semana no topo dos mais vendidos e atualmente figura entre os 10 mais vendidos.

Se você não tem Iphone (pobre que nem a gente) ou não tem dinheiro pra comprar o álbum da Clarice no iTunes, o Vitor Souto disponibilizou o álbum completo no Youtube. Então corre e clica AQUI e dá play antes de me ver falando de cada música.


A primeira música do CD é "Eu esqueci você" e nela, Clarice decidiu mostrar para o seu amor que tinha esquecido ele, como a vida está perfeita sem ele e tudo mais. Mas é claro que nem tudo são flores, então é claro que ela também fala das possíveis recaídas que ela poderia ter. Uma música que retrata e muito a realidade de vários e vários relacionamentos por aí.

Dando continuidade temos "Macaé" que com apenas os acordes do violão e a voz calma e doce de Clarice narra uma obsessão amorosa. Isso mesmo! E de forma espetacular, ela narra cada uma das coisas que ela fez obcecada por ele, ao mesmo tempo em que pede que ele perceba tudo aquilo como um gesto de amor. Todas as loucuras... Confesso que é uma das minhas músicas preferidas dela. E a primeira na qual eu viciei e escutei durante uns bons 4 meses direto.

Daí vem a faixa-título do álbum. Em "Monomania", Clarice se mostra arrependida de fazer tantas músicas sobre uma mesma pessoa e jura pra ela e pra nós que a música não seria para a pessoa... e advinha só? É claro que ela não cumpre. E, quando Clarice entoa "quem vai comprar esse CD sobre uma pessoa só?", tudo o que passa na minha mente é: EU! 


Com "Um Só", não me comovi ou me animei. Seja pelo ritmo mais lento e arrastado ou pela letra que não me identifiquei, acabo considerando a música mais fraca de todo o álbum. E logo em seguida, a mais agitada de todas: "Fred Astaire" traz novamente uma história de um romance entoada pela voz suave e doce de Clarice. E a música é tão boa, mas tão boa, que mereceu uma versão em inglês que aparece no final do disco (e é a minha preferida entre as duas rs).

"Talvez" e "Qualquer Negócio" são uma dessas músicas boas, porém apenas para completar álbum. Não me envolveram como outras, mas também não me causaram tão indiferença quanto "Um Só". Em "De Todos os Loucos do Mundo" eu me derreto imaginando o Gregório e a Clarice (casal mais fofo ever) encaixando em cada um dos versos da música, ao mesmo tempo em que me identifico bastante com algumas coisas e eu amo quando isso ocorre com uma música.

E então vem a minha música preferida de todo o álbum! Sim, eu tenho uma coisa de gostar das músicas menos famosas e com menos possíveis chances de "single" de um álbum e eu juro que é totalmente sem querer. Amo Monomania e Macaé (que viraram verdadeiros hits do álbum), mas "Eu Me Lembro" é coisa mais perfeita de todo o CD e eu canto a parte da Clarice e a do Silva, porque é difícil escolher a parte mais perfeita e tal... Ah, e eu já quero alguém pra poder gravar essa música comigo (não, não sou cantor, mas preciso fazer isso).
"era presunto enrolado no melão"
Pra fechar o álbum, as últimas faixas são "O Que eu Bebi" (que, como o próprio nome diz, fala daqueles porres de amor que a gente toma de vez em sempre), "A Gente Voltou" (que, diferente de todo o álbum, fala justamente sobre a volta do amor, do relacionamento), "Oitavo Andar" (que é simplesmente incrível e impossível de descrever), "Capitão Gancho" (que eu ainda não tenho uma opinião formada) e a versão em inglês de "Fred Astaire".

Então, depois de ouvir e viciar e cantar e rir e amar mais ainda a voz da Clarice Falcão, me senti na necessidade de vir fazer essa postagem. E te convido a conhecer a voz mais doce que você vai achar nesse país. Clarice Falcão se mostra uma verdadeira artista e, claro, arrebatou meu coração. Seja cantando, roteirizando ou atuando ... é amor platônico.









[ESPECIAL] British Week - Música Parte 2


Reta final para a nossa semana especial dedicada aos britânicos e sua cultura. E pra fechar com chave de ouro, mais música pra vocês! Os artistas de hoje são praticamente todos do mundo pop ou bem próximo disso. E é assim que vamos fechar o nosso especial: com muita música e pop com os selecionados de hoje. 

Os convidados de hoje são o Joseph Cunha e a Juliane Machado. 



One Direction

"Baby you light up my world like nobody else". Vai dizer que nunca cantou esses versos? Ah, valeu. Só não admite com medo de sofrer bullying por ouvir One Direction, sei como é isso. Mas não tem como não saber cantar pelo menos uma música deles.

One Direction, ou simplesmente 1D, é uma boyband britânica que surgiu em 2010 no reality musical "The X Factor (UK)", após os jurados proporem que os 5 garotos, até então se apresentando individualmente, se juntassem e formassem um grupo. A ideia deu tão certo que eles deixaram o programa em terceiro lugar, mas acabaram fazendo mais sucesso do que o ganhador.

Não sou nenhum Directioner, mas confesso que as músicas deles são bem legais de ser ouvidas. Acho que se eles não fossem bons não teriam vendido tantos discos e nem chegado ao Guiness Book como os primeiros britânicos a ocuparem por mais de 15 semanas o topo da Billboard.
Para os fãs da banda: em agosto eles estarão lançando seu filme em 3D sobre a carreira e vida dos integrantes da banda. E já foram confirmados shows dos meninos no Brasil! Em maio de 2014 serão realizados dois shows, um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro, e os ingressos já começam a vender agora dia 24 de junho.







Jessie J


Uma das cantoras mais populares no mundo da musica pop atualmente, Jessica Ellen Cornish - nossa amada Jessie J - surgiu meio que do nada em 2010 com o primeiro single “Do It Like A Dude”, mas só estourou nas paradas mesmo com “Price Tag” (em 2011), que alcançou o primeiro lugar em vários países, inclusive no Reino Unido.

Antes de fazer esse sucesso que está fazendo depois do lançamento do primeiro álbum “Who You Are”, ela já fazia parte do mundo da música. Ela compôs musicas pra artistas como Miley Cyrus, Chris Brown, Alicia Keys e Justin Timberlake - que até disse que a considera a melhor cantora do mundo.

Além de cantora e compositora, nossa Jessie ainda é “coach” do The Voice UK, um dos melhores realitys shows musicais atualmente e ainda por cima, como diz nosso amigo Yan, é uma boa moça. Ela decidiu raspar a cabeça durante o programa beneficente Comic Relief pra tentar arrecadar fundos... coragem. Eu, no lugar dela, acho que não faria o mesmo.

Confesso que eu não era muito fã dela até pouco tempo atrás, mas quando eu peguei o álbum dela e escutei todas as musicas, acabei me apaixonando. A voz, as músicas, ela em si... tudo. Estou apaixonado por essa mulher e estou agradecendo a Deus por ter comprado o ingresso pra ir ver a Alicia no Rock in Rio e ainda ter levado de brinde depois uma Jessie J.




Marina & The Diamonds

Em uma mistura louca de gritos de macacos, assobios, cucos e resmungos de pesadelos infantis, Marina & The Diamonds alavancava sua carreira ao som de "Mowgli's Road", no primeiro bimestre de 2010. Sendo o primeiro single de seu primeiro álbum de estúdio, "The Famaly Jewels", o que parecia ser uma música que te levaria a uma insônia crônica, caiu no gosto popular e tornou Marina uma das cantoras britânicas mais ouvidas atualmente. 

Com o sucesso de público e crítica conquistados com seu primeiro álbum, Marina veio a lançar em 2012 seu segundo álbum de estúdio, "Electra Heart", que viria a ser uma transição entre indie pop e new wave para algo mais comercial, com predominância do pop e eletrônico. 

Com uma pequena tatuagem de coração na bochecha esquerda - a qual o pai ainda acha que ela desenha com canetinha todo dia de manhã - Marina chegou ao Brasil e todos os quatro cantos do mundo de forma ousada, colocando a mulher em posição dominante. Trouxe ao "Electra Heart" uma série de regras para que garotas se tornassem "destruidoras de corações".

Ao contrário de Adele que fez um álbum triste, também vítima de uma desilusão amorosa, Marina preferiu fazer o papel de uma mulher forte que finge não precisar de mais ninguém. Colocada como aposta pela BBC em 2010, ao lado de Ellie Goulding, Marina & The Diamonds já conquistou uma legião de fãs por todo o mundo. Com o fim da era "Electra Heart", Marina promete já estar preparando seu 3º álbum de estúdio. Apenas nos resta esperar as novidades.





Ed Sheeran

Com músicas perfeitas para ouvir dentro de um ônibus num dia chuvoso, Ed Sheeran me fez cair de amores com sua música nos três primeiros acordes... e odiar também!

 A minha história de amor e ódio começa numa terça-feira de 2012 (sim, eu me lembro que foi numa terça-feira), quando numa troca habitual de canais eu ouvi o finalzinho de “The A Team”, só deu tempo de pegar o nome da música. Foi um vício instantâneo, daqueles em que você repete a música infinitamente, ouve outra diferente e volta para ela. Depois disso eu criei vergonha na cara e fui procurar saber um pouco mais sobre o carinha pelo qual eu tinha me apaixonado em um dia. “Small Bump” teve o mesmo efeito platônico sobre a minha pessoa e assim a vida seguia bela... até eu ter um excesso de raiva com as duas músicas.

Passaram-se meses até eu ouvir outra música dele, não por birra, mas sim porque eu tinha esquecido, até que minha linda e maravilhosa irmã apareceu com mais duas músicas suculentas do nosso ruivinho maravilha: “Give Me Love” e “Little Bird”. Depois disso, não havia mais volta! Baixei o álbum inteiro e aprendi a cantar onze das treze músicas.

Não se tem muito a dizer sobre as músicas, acho até que se eu tentar rotulá-las de alguma coisa agora ainda não seria uma definição correta. Meu conselho é que você pegue todas as músicas e vá fazer o seu próprio teste no ônibus, e se estiver chovendo melhor ainda: deixe a imaginação fluir! Ouça: The A Team, Small Bump, Lego House, Give Me Love e Little Bird.

Ah! Quase esqueci que por esses dias saiu o clipe novo da Taylor Swift com o Ed Sheeran. Eu juro que o clipe é a coisa mais fofolete desse mundo! Vejam “Everything Has Changed” e me digam se concordam ou não.


[ESPECIAL] British Week - Música Parte 1


Os artistas britânicos entraram na moda (ou voltaram à moda)! Depois do sucesso estrondoso e mundial de Adele, o mundo voltou seus olhos para outros grandes talentos do Reino Unido. Dando importância e ouvidos aos novos e escutando mais e mais os antigos. E é claro que falaríamos de música nesse especial! E você não leu errado não... essa é só a primeira parte! 

E hoje os convidados são em dose dupla! Temos o Pedro Rangel e o Rafael de Souza falando sobre dois artistas indies bem legais. Dá uma conferida nisso e muito mais:



Coldplay

Fui obrigado, sentenciado, intimado, a falar de Coldplay (Oh, oh, oh, oh, oh). Brincadeiras a parte, Coldplay é uma banda de rock alternativo que iniciou seus trabalhos em 1996, tendo como vocalista Chris Martin. Mas só se tornou o grande sucesso que é hoje em 2000, com a música Yellow, do álbum Parachutes. 


Em relação a Coldplay sou um completo poser, não tenho todos os CD's, não conheço todas as músicas e não acompanho avivadamente o trabalho da banda. Passei a conhecê-los a partir de Viva la Vida. E a partir daí busquei por alguns singles, até chegar em Mylo Xyloto (único CD que tenho). 


A banda é detentora de vários prêmios, dentre eles 7 Grammys, possui recordes de vendas de discos, e muitos outros. Além de ser uma banda incrível, eles ainda são bons moços e fazem caridade, doando 10% dos lucros da banda para caridade, e ainda apoiam várias causas. Não sei se é preciso dizer, mas o som da banda é incrível, digno de ser ouvido e apreciado várias e várias vezes. Não se sabe o real motivo, mas a banda está um pouco parada, e não está fazendo muitos shows, uma pena já que os shows deles são impecáveis e grandiosos, o que pode ser conferido no DVD Coldplay Live 2012.







Mumford & Sons

Mumford & Sons é uma incrível banda britânica, com um estilo de música meio folk, indie, country e rock. A banda foi formada em meio ao cenário folk de Londres em 2007 e seus integrantes são: Marcus Mumford, Ben Lovett, Country Winston e Ted Dwayne. A banda se chama "Mumford & Sons" pelo fato de Marcus sempre se destacar mais, organizar a banda, todas as músicas e performances. E Ben achava que o nome deveria ser algo como coisas de uma família antiquada.


Se tornou mundialmente famoso com o lançamento de seu segundo álbum. "Babel" estreou #1 nos charts do Reino Unido e na Billboard 200. A revista Rolling Stone classificou "Babel" nº11 em sua lista dos 50 melhores álbuns de 2012. O álbum foi indicado para quatro prêmios Grammy, vencendo Álbum do Ano no 55º Grammy Awards. 


Com letras incríveis, uma voz potente e um ritmo contagiante (disso não há dúvidas!), Mumford and Sons tem conquistado muito celulares e Ipods ultimamente! Uma notícia não tão feliz assim foi a internação de emergência de Ted na última segunda (10/06), que após alguns exames foi revelado ter um coagulo no cérebro,  mas fará uma cirurgia para a sua retirada. Estou torcendo pela recuperação do Ted, como muitos, e espero que ainda haja alguma esperança de um show aqui no Brasil (melhor seria se fosse aqui no Rio!) em breve! 





Ellie Goulding

Bem, faz um tempo que eu comecei a idolatria por cantores americanos/britânico, e há pouco tempo conheci a loirinha que pra mim era o estereótipo de estudante inglesa: Ellie Goulding (pra mim um nome estranho) foi uma coisa fofa tocando numa vibe indie no MTV Home. Depois ela virou a hipster mais talentosa que eu tenho na playlist.


Eu nunca tinha visto alguém combinar indie com eletrônica e ficar legal, mas ela tem alguma maestria nisso, talvez pela coleção de ex-namorados DJ’s... Além disso a voz dela é diferentemente incrível e tem uma rouquidão maravilhosa e é mega linda mesmo vestida do jeito mais sem graça possível. 


Essa nova onda de cantores britânicos que conquistaram cada top em cada país (Florence, Adele, One Direction...) ficaria um pouco menos completa sem o indie de Ellie.








Florence + The Machine

Florence Welch é uma das melhores vozes da atualidade! E você pode comprovar isso apenas ouvindo algumas poucas músicas de Florence + The Machine. Seja nos graves ou nos agudos, Florence segue cantando e encantando mais e mais pessoas. Com uma abordagem bem sombria e (por que não dizer) demoníaca, suas letras falam de amor e desilusões sob um tom meio mórbido.

Em "Lungs", primeiro álbum da banda, tivemos um trabalho mais leve e voltado para a mistura do clássico com o moderno. A harpa presente em diversas músicas não nos deixa mentir quando entra e confronta o som alto da bateria. Com músicas lindas como "Cosmic Love", "Rabbit Heart" e "You've Got The Love", o álbum chamou atenção da crítica e de parte do público. Mas foi entoando que os dias de cão se foram ("Dog Days Ares Over") que Florence + The Machine caiu no gosto do público.

Depois do sucesso britânico, a banda objetivou vôos maiores e conseguiu com seu segundo álbum: "Ceremonials". Com letras mais sofridas, sombrias e maduras, Florence veio acompanhada da habitual harpa, sua banda e, como novidade, com um coral e um naipe de cordas. "Ceremonials", então, traz em diversas músicas o melodioso som de violinos, violoncelos e um coro uníssono de várias vozes. O que me fez apaixonar mais ainda. Dentre as músicas do álbum, chamaram atenção: "Shake It Out", "Never Let Me Go", "No Light, No Light", "Spectrum" e "Seven Devils".

Se me perguntar qual é o melhor trabalho de Florence + the Machine, serei obrigado a dizer que eu fiz um álbum totalmente novo com músicas de um, de outro e também as que não estão nos álbuns (como "Breath Of Life", da trilha de Branca de Neve e o Caçador ou "Over The Love", de O Grande Gatsby).
Minha única certeza é a paixão platônica pela voz, personalidade e beleza de Florence Welch e o trabalho instrumental perfeito de sua banda. Florence + The Machine é uma daquelas bandas perfeitas para qualquer momento: triste, feliz, pensativo, de raiva... sempre!






[PREMIAÇÃO] Show de Indicados Grammy 2013

Parece que Taylor Swift caiu mesmo nas graças da crítica, afinal, foi a princesinha country a escolhida para comandar a festa de indicações ao Grammy, ao lado do rapper LL Cool J.

A noite começou com uma homenagem a Johnny Cash, quando The Band Perry e Dierks Bentley cantaram "Jackson". Depois foi a vez de Hunter Hayes subir ao palco e fazer o anúncio dos indicados à Melhor Album Pop. O cantor de "Wanted" teve que cantar os indicados. São eles:

"Stronger" - Kelly Clarkson
"Ceremonials" - Florence + The Machine
"Some Nights" - fun.
"Overexposed" - Maroon 5
"Truth About Love" - P!nk

Depois os rapazes do Maroon 5 tomaram o palco e fizeram um medley dos seus sucessos "Payphone", "One More Night", "Moves Like Jagger" e o mais novo single "Daylight".



Para indicar os concorrentes à Gravação do Ano, Cheryl Cole e Chris Young subiram ao palco e, quando abriram o envelope, anunciaram:

"Lonely Boy" - The Blak Keys
"Stronger (What Doesn't Kill You)" - Kelly Clarkson
"We Are Young" - fun. feat. Janelle Monáe
"Somebody That I Used To Know" - Gotye feat. Kimbra
"Thinkin Bout You" - Frank Ocean
"We Are Never Ever Getting Back Together" - Taylor Swift
     

OBS: senti falta de músicas que dominaram os charts musicais, como One More Night, Diamonds, Wide Awake e Call Me Maybe. Tubo bem, a questão baixa qualidade até pode ser desculpa no caso do ultimo exemplo.

Depois foi a vez de Luke Bryan dominar o palco e animar a platéia do Music City, em Nashville.



Anunciando os indicados a Artista Revelação, o pessoal do Little Big Town subiu ao palco e, antes de soltarem os indicados, deram uma palinha de "Yesterday", dos Beatles. Mas, eis os concorrentes:

Alabama Shakes 
fun.   
Hunter Hayes
The Lumineers
Frank Ocean

Os estreantes no Grammy, fun. levou a Janelle ao palco, mostrando porque apareceram nas várias indicações da premiação, soltando a voz na versão acústica de "We Are Young".



Depois dos novatos, é hora de um dos veteranos subir ao palco. Portante, Ne-Yo entra em cena e canta também uma versão diferente de "Let Me Love You (Until You Learn To Love Yourself)".



The Lumineers anunciam os indicados para Performance Solo Country :

"Home" - Dierks Bentley
"Springesteen" - Eric Church
"Cos of Livin'" - Ronnie Dump
"Wanted" - Hunter Hayes
"Over" - Blake Shelton
"Blown Away" - Carrie Underwood

Os apresentadores da noite fazem as honras de anunciar os indicados para Disco do Ano:

"El Camino" - The Black Keyes
"Some Nights" - fun.
"Babel" - Mumford & Sons
"Channel Orange" - Frank Ocean
"BlunderBuss" - Jack White

E, como o Grammy sempre tem seus momentos "oi?", o Maroon 5 subiu ao palco mais uma vez e cantou "Payphone", dessa vez a versão completa. Ok, né.

O show acabou assim, mas as outras indicações para todas as 81 categorias do Grammy 2013, você pode conferir aqui